Declaração de Guanacaste

Declaração de Guanacaste

Creada
9 de agosto de 2024
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Declaração de Guanacaste

Redigida por pecuaristas, produtores, agricultores, atores das cadeias de carne e laticínios, cientistas e acadêmicos sobre os desafios da pecuária e do consumo de proteína animal para a humanidade.
Nós, pecuaristas do mundo, reunidos, nos referimos à Declaração de Dublin, de 
2022, redigida por cientistas de todo o mundo e que subscrevemos na época, com o "objetivo de dar voz aos muitos cientistas, a nível global, que geram conhecimento de forma exitosa, diligente e honesta em diversas disciplinas, com a finalidade de oferecer uma visão objetiva do futuro da pecuária".
Essa declaração termina com uma última frase que nos coloca o desafio nas mãos: 
"A pecuária sustentável também fornecerá soluções para os novos desafios do momento: manter-nos dentro dos limites seguros de produção do planeta Terra, a única Terra que temos".
Aqui estamos, para declarar que aceitamos o desafio e assumimos a 
responsabilidade de convocar as vozes pecuaristas do mundo, propagando a mensagem esperançosa, baseada em ciência, experiência valiosa e fatos comprováveis.
O que mudou nesses 2 anos? A maioria das variáveis permanece constante.
A Inteligência Artificial irrompeu no panorama global, marcando um marco na história da civilização e tornando-se um tema de moda. A ciência continua avançando e fornecendo dados que oferecem propostas que nos obrigam a reavaliar suposições estabelecidas comumente aceitas. Aumentam os insumos e o acervo probatório a favor 
da pecuária como peça-chave no mecanismo do ciclo de carbono e da sustentabilidade do planeta.
A tentativa de submeter pecuaristas, agricultores, países e regiões inteiras a 
agendas globais, formuladas desde a institucionalidade com insuficiente participação dos afetados, sem conhecimento profundo das realidades cotidianas e características que afetam em cada região o produtor rural, em busca de objetivos benéficos para a 
humanidade, por mais louváveis que sejam, está resultando em um desgaste que nos afasta dos objetivos por inviabilidade, franco desinteresse e posterior rebelião.
As agendas globais devem ser planos inclusivos, dinâmicos, fluidos e evolutivos, com o produtor primário no centro, em busca de objetivos que requerem revisão e ajustes periódicos de acordo com as mudanças e particularidades do território ao implementálos.
O maior desafio é o alcance da substituição geracional permanente que devemos garantir ocorra e se mantenha no tempo. A invasão de informação rapidamente acessível, cheia de conteúdos adversos à pecuária e ao consumo de proteína animal, ideologias, 
políticas e campanhas de comunicação, ocupam o espaço, o tempo e as mentes de nossos jovens, atentando contra a incompreendida e muitas vezes ignorada ruralidade, verdadeiro patrimônio essencial da humanidade.
É urgente que abordemos o tema implementando métodos que promovam a construção de um critério objetivo e que nossos jovens aproveitem seu ímpeto questionador para fazer as perguntas certas e não se conformem com opiniões de moda, populares ou tendenciosas. Temos fé no porvir das novas gerações orientadas pela 
ciência, criatividade e seu ânimo de melhorar o mundo.
A sustentabilidade da humanidade depende do sucesso no estabelecimento de sistemas e métodos conducentes ao desenvolvimento de ferramentas melhoradas e adaptadas às condições cambiantes que influenciam a produção agropecuária.
Complementamos de forma categórica, compartilhando nossos princípios 
orientadores, expressos em forma de decálogo que indica nosso pensamento e intenção:
1. Acreditamos em um mundo sustentável, respeitoso do campo e suas atividades de produção alimentícia, próspero, justo e livre onde nós e nossas gerações futuras desfrutemos em paz e harmonia.
2. Acreditamos na pecuária como atividade milenar, fonte e pilar essencial do desenvolvimento ambiental, econômico, social e cultural de todos os povos.
3. Acreditamos no desenvolvimento da pecuária em harmonia com o meio ambiente e as boas práticas pecuaristas, já que os ruminantes, como peça-chave no ciclo de carbono do planeta, são parte da solução ambiental, agregando valor a produtos não consumíveis por humanos.
4. Acreditamos na proteína animal como fonte indispensável para a nutrição e a boa saúde de nossas crianças, adolescentes e adultos.
5. Acreditamos que a soberania alimentar requer o afiançamento e a promoção de princípios agroecológicos científicos comprovados, aplicados às atividades de produção agropecuária, acordes com a preservação da biodiversidade do planeta.
6. Acreditamos na ciência como método de revisão permanente e busca de soluções para os problemas e obstáculos que enfrentamos diariamente.
7. Acreditamos na inovação, na análise crítica, na incansável vontade e inesgotável criatividade de nossa gente, conduzindo-nos à transformação e melhoria de nossos métodos produtivos.

8. Acreditamos que os ataques indiscriminados contra a pecuária são infundados e obedecem a interesses particulares que não resistem à análise do método científico, aproveitando-se da ignorância generalizada e nossa própria passividade.
9. Acreditamos em nosso dever de continuar derrubando mitos nocivos, revelando e divulgando a verdade, e defendendo os interesses de uma pecuária sustentável para os 
cidadãos de todos os países.
10. Acreditamos que a pecuária sustentável é essencial para um mundo melhor.


O futuro está em nossas mãos.


Liberia, Guanacaste, Costa Rica, 19 de julho de 2024.

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